O Desafio da Vida

vencer na vida

A vida contemporânea tem trazido as pessoas certa ansiedade, que obriga a sociedade a repensar seus modelos de enfrentamento dessa nova realidade. Os estímulos externos são os maiores responsáveis por sobrecarregar as pessoas, psicologicamente falando, mas isso seria resultado do progresso ou um involução da sociedade?
VISÃO DE MUNDO
Falar nisso em um primeiro momento pode parecer uma desculpa, uma fuga da realidade, mas se notarmos o pequeno número de pessoas que tiveram êxito dessa forma que a sociedade vê hoje, e da satisfação de vida que essas pessoas têm, veremos que é necessário pensarmos a respeito.
Qual é o futuro por exemplo das pessoas famosas? A maioria é viciada em drogas, morre cedo, as que vivem mais morrem sozinhas e pobres, são vítimas de desgraças pessoais, apesar de todos estarmos sujeitos a essas coisas. Mas por que isso, o dinheiro não resolve tudo? Por aí vemos que não. O que resolve então?
ORGANIZAÇÃO
Para se ter uma visão de mundo correta, temos que saber o que é importante de verdade. Vários estudiosos tentaram responder isso, e o mais notório deles foi Maslow, que resumindo disse que as nossas necessidades obedecem uma hierarquia, que em ordem seriam atender às necessidades do organismo, ter estabilidade na vida, a interação social, a auto-estima e a realização pessoal, que gera valores morais superiores. Com maiores estudos, viu-se também que a fé e a solidariedade também eram importantes. Mesmo assim “a conta não fechava”, pois como colocar em prática isso nesse mundo que vivemos hoje, com tantas exigências e particularidades?
PLANEJAMENTO
Poderíamos compará-lo nesse caso a ajustar a vida no estilo ideal mesmo nessa realidade do mundo. Aqui aparece outra hierarquia, a de prioridades, como as urgências, as vontades e os ditos “sonhos”. Depois ainda outra hierarquia, a das capacidades, que são as imediatas e as que demandam adequação. Porém tudo isso não serve para nada se não pudermos pô-las em prática, sendo por falta de motivação ou apoio.
CONVIVÊNCIA
Com a desculpa de terem de se adequar ao mundo, muitas pessoas se tornaram algozes do seu próximo, ora por serem egoístas, ora por serem omissas. Sendo assim, quase ninguém tem o apoio que precisa para chegar onde quer na vida, tando também muitas pessoas se fazendo de obstáculos. Infelizmente, os que conseguiram vencer tiveram que olhar além das atitudes dos outros, vendo quais as motivações ensejavam gestos anti-sociais do se próximo. Também tiveram que se precaver das pessoas que se fizeram de oposição, mesmo quando essas não declaravam isso. Quando os ataques eram piores, tiveram que ter muito senso de propósito para não se desviarem do destino que buscavam. Já que deve se resolver o que se pode, se capacitar para o que se consegue e desviar do que não se pode, além organizar e planejar a vida, o que ainda falta?
EXECUÇÃO
Pôr em prática. Isso é que torna o mundo que vivemos dentro de nós no nosso mundo real. Mesmo que não se faça exatamente o resto que está escrito antes desse tópico do artigo, sem agir não se chega a lugar algum. Mesmo quando não se consegue tuo o que se quer, saber que está no caminho certo, que se está vivendo o melhor que se pode ou que não se conquistou algo conscientemente muitas vezes acabam com angústias do passado (depressivas) e com o futuro (que geram ansiedade). Quando buscamos o que realmente interessa provavelmente não teremos uma vida cheia de “fases boas e ruins”, mas uma vida mais equilibrada e mesmo que devagar, porém abrangente e sempre em progresso.

Parte 2

Apesar de hoje vivermos cercados pela informação, falta muito conhecimento para que o ser humano atinja um grau de autodesenvolvimento satisfatório.
Parece que o saber, apesar de disponível, não alcança todas as pessoas. Por exemplo, todos sabem o quanto as drogas são destrutivas e em vários meios de comunição
isso é divulgado. Mas parece que os jovens optam por proceder segundo pessoas que lhe são “moldes” dizem, como os pais, ou na ausência destes, dos amigos.
No entanto, muitas vezes parece que só ensinar não adianta, exigindo dos pais ou responsáveis que superviosionem os filhos, proibam certos procedimentos ou que
façam programações juntos. Um problema muito comum dos pais é “o que falar” e “quando falar” para os filhos. Tratar assuntos como sexualidade, drogas, tabagismo ainda é um tabu para muitas famílias, que apostam na “educação por exemplo” que, como vemos hoje, tem alcance limitado. O ideal é que se explique para os filhos sobre todos os assuntos relevantes, em uma linguagem de acordo com a idade.
BOM-SENSO
Entendemos por isso uma capacidade de tomar a decisão mais acertada. Para isso são necessários inúmeros fatores, mas sempre com respeito próprio e aos outros e conhecimento técnico, mesmo
que aprendido com a vida. Quanto mais itens forem levados em conta nesse processo, mais bom-senso e notoriedade haverá no resultado. Só que o ser humano não é como desejaria ser, mas um amontoado
de práticas irracionais e desconexas, apesar de não estarem de acordo com o que quer ou sabe. Nesse sentido, querer e saber não adiantam muito, vindo o “agir”, como sempre, ser o mais importante. O prejudicial nesse caso é que as pessoas pensam que ao querer algo ou saberem alguma coisa, por isso acontecerá o que querem, sendo que o que muda o mundo exterior são as atitudes. Quem muda o mundo são a natureza, os outros e nós, e cada um deles milita para si mesmo.
APRENDIZADO
Essa é uma das capacidades mais importantes do ser humano. Diferente dos animais, que possuem apenas a domesticação e os instintos, o Homem pode também aprender, ou não, ao observar, refletir , vivenciar situações ou imaginar. Do aprendizado vem o conhecimento, que nem sempre traz benefício as pessoas. Exemplo útil nesse caso é o dos Judeus, que por algum motivo são todos alfabetizados, e mesmo crianças pobres, como era Jesus, liam partes da Bíblia no templo. Porém aprender é uma capacidade, não uma habilidade. Ela depende da idade, motivação e persistência. Sabe-se que qunato mais novo se é, mais fácil é para aprender, por questões biológicas e por não haver responsabilidade vinculada ao ato de aprender algo. Tudo que entendemos por importante, por uma mecanismo de defesa do ser humano, é difícil de se assimilar, para que nos aprofundemos no assunto, e aprendamos mais e melhor sobre ele. Quanto à motivação, podemos dizer que aprendemos melhor o que nos interessa, e nos interessa o que temos facilidade para aprender. Quanto mais importante for a motivação para o aprendizado, melhor é para a assimilação.
GÊNEROS
Mulheres e homens não possuem uma lógica semelhante. Enquanto a mente do homem assemelha-se a uma ciência exata, a da mulher é como a mente dos artistas. Enquanto o homem para aprender faz uma leitura do que está a volta dele (nem sempre correta), a mulher testa esse mundo, conseguindo resultados melhores. Deve-se isso ao fato de a natureza ter reservado papéis distintos para cada gênero. No entanto, vemos homens e mulheres desempenharem atualmente papéis diferentes, sempre limitados à capacidade do gênero em lidar com eles. Saber que o homem “lê o mundo” e a mulher “o testa” facilita muito a convivência entre eles.
AMIZADE
Amigos muitas vezes são mais próximos que parentes. Isso acontece pois familiares são parecidos, até nos defeitos, e é penoso a alguém ver seus defeitos projetados nos outros. Até a Bíblia fala que é melhor ter um amigo longe que um parente perto. Outra causa seria que os familiares sabem quem é cada um realmente, enquanto os outros vêem o que cada um aparenta. Para haver uma amizade, cada parte tem que ter o que interessa à outra, podendo ser companheirismo, gostos parecidos entre outros. Ser amigo traz responsabilidades que nem todos estão dispostos a assumir.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Como que o Homem estivesse em um jogo, assim é a vida. E a única forma de vencê-lo é ler corretamente o mundo, saindo-se bem nas provas que ele oferece. E por isso é necessário o autoconhecimento, que também é requisito para uma vida satisfatória. Quando todos souberem como é realmente o Homem e suprimirem as próprias excentricidades, o mundo chegará em um patamar onde não haverão mazelas nem tão pouco adversidades.

Parte 3

É consenso entre as pessoas que o conhecimento pode melhorar nossas vidas. Mas o saber se não for tirado do campo das idéias, através das ações, apenas será mais um pensamento, como os vários outros que temos durante o dia. Mas poderíamos dizer que existe um conhecimento é a base de tudo? O que você acha?
OS SISTEMAS
O muito é feito de vários poucos. Apesar de óbvio, muitos não têm consciência disso. Quando vemos algo pelo todo, vemos pela importância daquilo, não pelo que é constituído. E isso é uma ignorância. Para obtermos algo devemos “dividir o todo” ou seja, diluir as etapas na obtenção daquilo, e essas etapas diluídas por sua vez se não puderem ser satisfeitas, também devem ser diluídas, até o ponto de você poder satisfazê-la e passar para a etapa seguinte. Quando fala-se assim vem à mente que terá que se desempenhar um grande trabalho, o que é outra ignorância, pois o pouco é fácil de se fazer, e a motivação é responsável pela deformação da realidade.
A MOTIVAÇÃO
Ela, apesar se parecer racional, tem muito pouco a ver com a realidade. Duas pessoas com as mesmas possibilidades podem ver algo como fácil ou difícil apesar de, como já dito, terem as mesmas condições. A mente nos motiva só com aquilo que ela acha que podemos, mas se fizermos por onde, poderemos qualquer coisa. Nem sempre o que ela diz que podemos conseguir de bom alcançamos realmente, mas sem motivação é impossível conseguir algo. E como já foi dito, ela não respeita capacidades que temos nem a possibilidade de podermos obter essas capacidades, por isso a motivação é irracional, como são as ilusões da mente.
ILUSÕES DA MENTE
As ilusões de ótica, a dita paixão e até a maturidade são ilusões da mente. A ilusão de ótica é um processamento particular da visão pelo cérebro; a dita paixão une pessoas “sem compatibilidade”; a maturidade é uma forma diferente de ver um corpo apenas por ter crescido alguns centímetros. Na verdade, a criança quanto mais nova é, mais consegue aprender e a única explicação para isso é que a criança aprende coisas que para os adultos são complicadas (estudo de línguas estrangeiras por exemplo), porque “as crianças não sabem que elas são difíceis”. Essas ilusões também são evidenciadas em dois casos. Um onde índios na época da invasão da América por portugueses e espanhóis eram baleados e continuavam lutando como se nada tivesse acontecido, até caírem mortos, o que dificilmente acontecia. Isso acontecia porque eles “não sabiam que armas matavam”. Outro caso é o de um estudo na China com pessoas condenadas à morte por guilhotina. Na hora que iria cair a lâmina nos condenados, eles eram atingidos por uma “paulada” que no máximo iria os desmaiar. Mesmo assim, todos os atingidos pela “paulada” morriam. Isso evidencia como os estímulos externos causam impacto no ser humano.

ESTÍMULOS EXTERNOS
Todos estamos sujeitos a eles. O problema é que eles nem sempre são favoráveis. Um dos piores é o de que “só se alguém for de determinada maneira será feliz” – rico ou com “aparência” por exemplo. Os estímulos externos ditam como o ser humano irá satisfazer os estímulos internos – que são iguais em todos. Se não mostrarmos como nosso instintos podem satisfazer as necessidades internas, nossos instintos procurarão por aí, na TV ou na sociedade por exemplo, o que nem sempre será bom – pois os ditos “padrões de beleza” e outros excluem quase que a totalidade da população do caminho da felicidade. Isso é evidente quando vemos o padrão de beleza dos séculos passados, que eram de mulheres que hoje são consideradas obesas. A maioria das obras de arte da época mostram isso, mostrando que esse “padrão magérrimo ” na verdade é irracional, como a maioria dos outros existentes. No entanto, nem todos estão “amarrados” a padrões, mas por quê?
O PODER DO “NÃO”
Isso é incontestável. Por exemplo, não pense em um livro dourado com a capa escrita em vermelho. Apesar do exemplo esdruxulo, como pode notar você pensou neste livro, apesar de ter sido dito para NÃO pensar nele. Isso se chama neurolinguística. Então, não se deve negar de forma veemente alguma coisa, antes deve-se ter humildade. Robert Benchley disse que “O Homem se torna aquilo que mais despreza”, o que pode ser usado à favor também.

Parte 4

Todos temos consciência que muita coisa no mundo precisa ser mudada. Mas poderia chegar essa mudança a um nível que fosse ideal?
O ser humano desde seu início procurou a forma melhor de se adaptar ao mundo, e depois do advento da vida em sociedade isso não foi diferente. Várias técnicas foram tentadas para melhorar a vida da população desde a Crescente Fértil até hoje: clãs, socialismo, capitalismo, república, absolutismo, imperialismo, etc. Atualmente porém vemos que, depois de vários milênios, velhos problemas da humanidade têm se perpetuado, como reforma agrária, luta de classes, saúde, educação, segurança pública, etc. Por exemplo Sólon, governante grego da antiguidade, conseguiu fazer a reforma agrária na Grécia àquela época, porque antes as pessoas não eram tão presas ao dinheiro como agora. Nada se faz hoje sem dinheiro. Mas o que muitos esquecem é que quem modifica o mundo, através do trabalho é o Homem, não um pedaço de papel. Portanto não somos escravos do dinheiro tanto quanto parecemos. Se todos fizermos pela sociedade nosso melhor, independente da questão financeira, teremos o melhor dela, e o dinheiro seria apenas uma mera alegoria. Todos temos de ceder para ter uma sociedade mais justa. O capitalismo teve que ceder para alguns ideias socialistas (trabalhistas) para poder continuar, e os nobres tiveram que dividir o poder com o povo através da república e do fim do absolutismo para continuarem no poder. Assim também devemos agir mais em pról da coletividade para podermos viver melhor. Pagando mais impostos? Com certeza não, antes devemos eliminar a corrupção antes que ela seja descoberta pela sociedade, e o desperdício de dinheiro público, e usando as verbas em coisas úteis para o povo. Vemos várias praças e ginásios de esportes suntuosos em lugares que sequer existem postos de saúde e policiais. Eu acho que o povo prefere um hospital com médico do que um ginásio de esportes, pois se o a população estiver toda “empesteada” ou com dor, duvido que vão querer jogar vôlei ou handebol. E para que praças , se é só para marginal ficar roubando e queimando fumo, se não há policiais suficientes para garantir a segurança da população em alguns países? Mas com médicos e policiais não dá para superfaturar, não é? Isso é e seria ilegal.
A SAÚDE
As doenças vêm principalmente de microorganismos, causas químicas e genéticas. Os microorganismos (vírus, bactérias) que causavam doenças no começo eram poucos, mas foram evoluindo no organismo de plantas, animais e Homens, vindo os de animais a atacar seres vivos, ou plantas, e assim por diante. Essas mudanças de gênero de seres vivos criou e cria as doenças mais difíceis de serem combatidas nos seres vivos (gripe A- veio da gripe suina, AIDS – veio do macaco, etc.) Doenças genéticas são passadas de pais para filhos e normalmente não têm cura, só tratamento: diabetes, asma, etc. As químicas ocorrem por ingestão excessiva acidental de remédios, radiação, má-alimentação, etc. Essa pequena introdução foi necessária para explicarmos como está a saúde pública hoje. O que se deve ter em mente é que nem todas as doenças têm cura ou tratamento, e por mais médicos trabalhem ou exames que se peçam, em alguns casos, pouco se pode fazer. E em algumas situações como epidemias por mais médicos que estejam trabalhando, a demanda de pessoas é muito maior e muitas epidemias aparecem “do nada”, e nem que se quisésse havia como se precaver delas. Apesar disso, as principais reclamações das pessoas são falta de médicos, mau-atendimento, onde não é feito nenhum exame, só “jogo de adivinhação” com a vida das pessoas, que na maioria das vezes quem perde é o povo. Uma possível solução para saúde seria mais médicos, prevenção eficaz e séria, melhor atendimento e informação no balcão dos hospitais, utilização de hospitais particulares pagos ou financiados pelo SUS em rede particular de saúde quando o sistema público não comportar o número de pessoas a serem atendidas, investimento em tecnologia para barateamento e democratização de exames médicos, que diminuiria os “achismos” e erros nesse âmbito.
SEGURANÇA PÚBLICA
Não adianta muito ter emprego e saúde se sair de casa não sabendo se volta, ou se voltar ver que a casa foi arrombada e tudo que foi adquirido com muito tabalho ser subtraido por marginais. Existe o perigo no trânsito, em instalações, patrimonial, passional e psiquiátrico principalmente. Do mesmo jeito que acontece com a saúde, não adianta só se pensar em mais profissionais e não na prevenção. Deve-se orientar bem a população para não “marcar bobeira” com os marginais (sair de agência bancária contando dinheiro, cair em golpe do bilhete premiado, esquecer o carro ou casa aberta, etc). Precisa-se também investir seriamente em planejamento familiar e educação para a vida. Na escola aprende-se Português, Matemática, História – sabem tudo de anacoluto e zeugma, mas e de como viver? Talvez devesse se ensinar Psicologia Aplicada nas escolas porque em casa hoje está difícil… Dificilmente uma pessoa com educação mesmo que passse fome irá roubar, e as pessoas estarão mais preparadas para a vida e menos reticentes quanto às adversidades. Enquanto isso não acontece, a religião tem ocupado esse papel com eficiência. Precisa-se haver também hoje uma legislação que esteja à favor do povo e não de marginais, corruptos, menores de idade rebeldes e assassinos ou de infratores de qualquer tipo. Marginais deviam ser usados para construir escolas e recuperar estradas, para descontar os mil e setecentos reais que temos que gastar com eles por mês. Deveriam existir penas superiores a três anos para mensores infratores, pois o povo não merece que eles voltem para a sociedade sem estarem verdadeiramente aptos para isso. Isso também serve para os marginais adultos, ao ponto de penas até perpétuas. Deveria haver uma revisão na legislação para suprimir “brechas” oportunas nas leis, e melhor capacitação dos agentes de segurança para suprimir erros e serviços mal-feitos.
A EDUCAÇÃO
Diz-se muito que a educação está assim porque não há interesse dos alunos em estudar. Mas não adianta só chegar em sala-de-aula e só ler um livro para os alunos e depois fazer algumas perguntas. Tem que se haver “didática” para repassar os conhecimentos. Ninguém duvida da capacidade dos professores de escolas públicas e os menosprezam em relação aos professores de escolas particulares, mesmo porque âmbos têm que ter no mínimo a mesma graduação para lecionar, mas algo está errado nesse sentido. Não precisaria o professor secular se igualar aos que ensinam em cursinhos, mas saber e não tiver didática para repassar conhecimento não adianta muito.  Fala-se muito hoje em “um país de todos” mas, não se pode estudar em uma universidade pública porque só tem vagas para quem pode pagar, não existem universidades sociais de verdade.  Para encerrar, escolas já temos, professores já temos, o que falta então para termos um ensino de qualidade no Brasil?

Até uma próxima oportunidade.

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