Como conseguir tudo que quiser

Muitos já se perguntaram por que algumas pessoas são capazes de coisas notáveis, e outras não. Alguns dizem que é devido ao trabalho, outros à sorte. Seria verdade? É possível qualquer um chegar onde outros chegaram?

Todos as pessoas são praticamente iguais fisicamente. A diferença está então no psicológico delas. Apesar de as diferenças físicas serem irrisórias , alguns a usam, psicologicamente, como critério de superioridade. E tiram vantagem disso. Embora seja irracional também, outros se acham superiores por condições financeiras, sociais, etc. E é nisso que a maioria perde: endeusam pessoas humanas e não usam o psicológico em favor de si mesmas. Por estranho que seja, só os ignorantes conseguem se ver maiores do que são, e são justo esses que vencem. Unicamente por uma visão de mundo, embora distorcida, favorável a eles mesmos. Se fisicamente todos são praticamente iguais e todos podem ter um pensamento melhor sobre si mesmos, por que a maioria se julga incapaz de chegar onde qualquer outro já chegou? Infelizmente, por falta de inteligência. Não haveria uma motivação, real dessa vez, alguém que sabe que todos são iguais, e o mundo se muda com trabalho, foco e eficiência? Isso não é estendível a todos? Agora é uma interrogação por que alguns se julgam inferiores e menos capazes que outros.

Se ignorantes vencem por se basearem em características inúteis, e mais espertos se julgam inferiores, mesmo que a única diferença significativa entre todos seja apenas uma idéia, aonde está o erro? Nem todos os sentimentos humanos devem ser interpretados “literalmente”.  Por exemplo, as fobias são medos exagerados e irracionais, mas com uma finalidade racional: livrar as pessoas de alguma coisa. Acontece isso também quando se trata de objetivos. Muitas vezes, por pura preguiça, alguns se fazem inferiores, só para não terem que trabalhar. Porém isso é outra ignorância, pois o trabalho diminua a medida que se luta, enquanto o que pouco faz, sempre terá que muito trabalhar. Existem três tipos de preguiça: a saudável, que incentiva a tecnologia e criatividade,  a absoluta, que só visa o estar imóvel e a inescrupulosa, que criou vigaristas e a maioria dos milionários. O melhor mesmo é não ter preguiça, para se viver com dignidade e legalidade.

Outra burrice é trabalhar pela metade. Alguns, por vergonha, escondem a preguiça com um pouco de trabalho. Essa é a mais destrutível, pois além de não levar a lugar nenhum, ainda faz perder tempo. Quem luta sabe que vencer não é uma ciência, mas um esforço contínuo, o que nunca deverá ser comparado com essa preguiça maquiada.

Usa-se muito também o pretexto da dita sorte. Ela porém só pode ser aproveitada por quem está apto para ela, o que também exige trabalho. Quem compreende e está atento às tendências de mercado e da vida e busca essa sorte é que a realmente encontra. Fora isso, só em novelas que pode acontecer algo diferente.

É fato que muitos conseguem as coisas “de primeira” e outros precisam se esforçar mais para conseguir esse algo, mas o que se não consegue por talento, se consegue por esforço. Não existe mágica para conseguir as coisas: o segredo é o caminho a se trilhar. Quem trilhou o caminho certo venceu, caminho esse que não foi mágico, foi um caminho humano, porém controlado. Se as oportunidades não aparecem naturalmente, devemos criá-las, artificialmente mesmo. Por isso, seja um vencedor, só depende de você mesmo.

Até uma próxima oportunidade.

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