Como conseguir a pessoa perfeita

COMO INICIAR, MANTER OU REATAR RELACIONAMENTOS?
Essa é uma pergunta de muitos hoje. Com a mesma rapidez que os relacionamentos se iniciam, assim também se encerram, razão pela qual se lotam muitas igrejas e consultórios em busca de apoio. O que podemos dizer a respeito? No caso de término de um relacionamento, é interessante retomá-lo? Se for, de qual forma pode ser feito isso?
INÍCIO
Incessantes estudos foram realizados com o intuito de se verificar qual a forma que se iniciavam os relacionamentos. O mais importante deles foi apresentado em um documentário da BBC há alguns anos, onde criou-se uma agência de relacionamentos científica, usando cruzamento de dados de afinidade e simetria físicas. O resultado foi uma decepção para os pesquisadores. Mas de maneira geral podemos dizer que os relacionamentos começam por:
*questões biológicas;
*perfis interessantes e
*questões financeiras.
Esses fatores por sua vez estão condicionados à:
*proximidade;
*afinidade e
*personalidade.
PROCESSO
Biologicamente, de modo instintivo, e não-racional, o ser humano tenta encontrar na outra pessoa características físicas que lhe faltam, não por causa de si mesmas, mas do filho que poderão gerar. E a recíproca é verdadeira: pessoas com excessos nas características estão à procura de pessoas com falta dessas características. Isso acontece porque o ser humano tende ao equilíbrio genético e o instinto da procriação é o instinto mais forte do ser humano, maior até do que o da vida. Por isso vemos atualmente muitas pessoas negras com loiras, de baixa estatura com altas, magras com outras nem tanto, etc.
Os perfis interessantes na verdade boas impressões à primeira vista. Uma pequena conversa pode fazer isso, onde são avaliados principalmente iniciativa, originalidade, humor, indiretas e equilíbrio dessas características. As questões financeiras impulsionam muitas uniões. Em um mundo onde a maioria das pessoas só consegue ganhar para comer, qualquer um que de alguma forma consiga mais do que isso fica em evidência, apesar das pessoas mais inteligentes de verdade estarem em profissões onde não se fique rico, como as ciências, ou em atividades humanitárias e religiosas.
PRÁTICA
Estudos dizem que até 70% dos relacionamentos se iniciam nos locais de trabalho, por causa da “proximidade”. Ela é muito decisiva nesses casos. A afinidade pode ser pessoal ou material, pois muitas vezes quem tem melhores condições tem prevalência às outras. Já a afinidade pessoal não é ser igual a outra pessoa, ou totalmente oposta como muitos pensam , mas pessoas com características mútuas admiráveis no outro, ainda que não sejam boas. Entretanto o mundo não é perfeito. Alguns apenas têm relacionamentos passageiros por opção, outros, os melhores que podem até encontrar coisa melhor. E essa realidade foram as próprias pessoas que criaram.
FIM DOS RELACIONAMENTOS
As principais causas disso são:
*traições;
*falta de dinheiro;
*falta de compatibilidade;
*ausência;
*fim do interesse entre outros.
Como pôde-se notar, é o contrário praticamente do que começa os relacionamentos. Só não é completamente o contrário por causa do ítem “falta de interesse”. Essa situação acontece por:
*não se colocar no lugar do outro;
*rotina;
*não respeitar a individualidade do outro;
*falta de amor;
*falta de “calor” no relacionamento;
*falta de interesse de progredir na vida entre outros.
REATANDO RELACIONAMENTOS
As uniões se finalizam por causa da superficialidade que se iniciaram. Já acabaram porque não havia como continuarem, o que faria começar de novo o que a realidade leva a terminar? Por critério de caráter pessoal, não indico pessoas que traíram a tentar reatar relacionamentos. Alguns fatores devem se levar em conta para quem pretende a retomada da união:
*A personalidade das pessoas dificilmente muda. Se a relação era baseada nisso, difícil será a tarefa da reconquista;
* o que iniciou a relação poderá ser usado para reatá-la, depois de um pedido de retratação dos impasses verdadeiro, após um breve período de tempo para “abaixar a poeira”;
*o reconhecimento das pessoas dos danos que causaram e das razões das outras pessoas;
*tem coisas que são boas de acontecerem, pois encerram episódios na nossa vida que quanto mais se prolongassem, mas danos trariam;
*ninguém é insubstituível. Todos sabem que é só arrumar outra pessoa à altura para esquecer-se a anterior;
*humilhar-se e “rastejar” só serva para afastar ainda mais as pessoas. Um “você que sabe” e um andar de cabeça erguida revelam dignidade e são notórias mesmo aos olhos de quem terminou um relacionamento;
*cada um, no momento que for  hora de agir, “deverá agir”.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Por mais alheio alguém pense que pode ser desse assunto, a verdade é que cuidar do cônjuge faz bem para a vida e para o bolso. Porém tudo é relativo; faça a sua parte e que dê o que der. Não se pode esperar que tudo dê certo cem por cento, mas é melhor de que ser displicente.

Parte 2

Esse é um dos grandes problemas do mundo atual. E a procura pelo par perfeito é maior do que a pela fortuna, mesmo o capitalismo sendo tão determinante quanto é hoje. Muitos no entanto não encontram esta pessoa porque nem sabem como esta seria. Em primeiro lugar não existe ninguém perfeito, nem de aparência, nem de personalidade, nem de nada. O que existe são pessoas mais apropriadas para determinadas pessoas. E hoje, sem distinção de gêneros, muitos só pensam no par perfeito se tiver aparência ou dinheiro. E se decepcionam, com esse “par perfeito” quando vêem que aparência ou dinheiro são apenas algumas coisas das várias que se precisa para se sentir realizado nesse aspecto da vida. Dinheiro e aparência porém não são sinônimos de fidelidade, amor,respeito ou dignidade. A Ciência também fala sobre o assunto.
Biologicamente, de modo instintivo, e não-racional, o ser humano tenta encontrar na outra pessoa características físicas que lhe faltam, não por causa de si mesmas, mas do filho que poderão gerar. E a recíproca é verdadeira: pessoas com excessos nas características estão à procura de pessoas com falta dessas características. Isso acontece porque o ser humano tende ao equilíbrio genético e o instinto da procriação é o instinto mais forte do ser humano, maior até do que o da vida. Por isso que às vezes pessoas arriscam a vida em traições. Porém este instinto não visa a sem-vergonhice, mas a continuidade da espécie. Essa “lei de compensação” porém às vezes não bate. E por que? Porque o ser humano é dualista: alguns agem em algumas coisas pelo instinto e outras, nas mesmas coisas pela inteligência. Ninguém sabe porém o porquê disso, mas sabe-se que quanto mais a pessoa fala contra determinado instinto, mais ele se torna forte. Pessoas menos instintivas dão mais importância às convenções sociais do que à “lei da compensação”. Mulheres altas muitas vezes se sente atraídas por homens baixos, mas por conveniência social casam-se com um de sua altura. Por exemplo também vemos muitos casais de mulheres loiras e homens negros. Quanto mais instintiva a pessoa, menos ela se importa com a aparência, dando prioridade à compensação de características no outro ser. E encontrada a pessoa pretendida, como fazer?
Nunca se deve preocupar-se com o que se vai dizer e com a reação da outra pessoa. Tudo está dentro de nós, o nosso instinto provavelmente nos dirá o que falaremos. Se a outra pessoa não gostar, é porque ela não era para você. Não adianta se humilhar, querer falar bonito, forçar a conversa porque é só para perder tempo. Se ela quiser, tudo bem, se não, tudo bem também. Quem quiser você terá de gostar de você do jeito que é. Se não gostar, tem um monte de outras por aí que podem gostar. No caso das mulheres, deve-se deixar de lado preconceitos quanto ao tomar iniciativa de conversar com o indivíduo pretendido. Bons pretendentes são muitas vezes tímidos. No caso dos homens, ainda é responsabilidade destes a iniciativa. “Mulher não morde” – não precisa muitas vezes ficar com medo. O máximo que elas podem nos dizer é um não. Elas não vão matar ou algo parecido acredito. Digo isso porque alguns homens “tremem” ao chegar perto delas, quando chegam. Ainda não são muitas as mulheres que tomam a iniciativa porque esse tipo de homem também não desperta muito o interesse delas. E não adianta vir com “enrolação” com pessoas adultas. Eles ou elas ficam só escutando, não falam nada, mas vêem defeitos de personalidade até por sutis gestos.  Tanto homens quanto mulheres têm de serem “razoáveis”. Ambos querem pessoas que parecem melhor do que si – próprios ou no mínimo na mesma linha de personalidade. Isso talvez seja a razão porque as mulheres “abominam” alguns homens que parecem ser mais femininos do que elas próprias. O importante é não se desesperar. Enquanto essa pessoa não aparece, estude, trabalhe, porque uma hora, de onde você menos esperar esta pessoa vai aparecer. Assim acontece com todo mundo. E se for da vontade de Deus, logo você estará com a pessoa apropriada ao seu lado.

Até uma próxima oportunidade.

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